A massagem pode integrar um plano de fisioterapia, mas a técnica deve ser adaptada à avaliação e à resposta de cada pessoa.
O fisioterapeuta avalia sintomas, mobilidade e contexto clínico para decidir se a massagem faz sentido naquele caso.
A zona trabalhada e a pressão devem ser ajustadas à pessoa; a massagem não tem de seguir uma intensidade única.
Durante a sessão, diga se sente dor, sensibilidade ou mal-estar. O fisioterapeuta pode adaptar ou interromper a técnica.
A massagem pode contribuir para aliviar temporariamente tensão ou desconforto, mas a resposta varia e não garante recuperação.
A massagem pode ser uma componente do tratamento; exercícios e outras abordagens dependem das necessidades avaliadas.
Se a dor persistir, piorar ou for nova, procure avaliação clínica em vez de depender apenas da massagem.
Pergunte qual é o objetivo da massagem, como será ajustada e que outras opções podem integrar o seu plano de fisioterapia.